ALERTA GLOBAL.

http://www.youtube.com/watch?v=DeB1Iexat74  
Esse vídeo é uma entrevista com a clarividente espanhola Isabel.

Correntes Magnéticas.
Provavelmente todas as pessoas conhecem a ação da gravitação e todos os seus fenómenos afins. A terra é um grande imã, não somente em suas regiões polares, mas em todo centímetro quadrado de sua superfície irradia essa força magnética. Um imã atrai e repele; ele atrai e irradia. O que ele atrai e o que irradia, ou repele? Ele atrai: objetos, corpos, correntes e forças que se relacionam de conformidade com ele; e repele tudo o que está em desarmonia com ele. No campo magnético da Terra essas duas correntes são claramente diferenciadas; a corrente que repele é, ao mesmo tempo, a que irradia, ou seja, a corrente que manifesta a qualidade planetária. Tudo o que se encontra ou quer estar em harmonia com essa qualidade, pode ser ou será inalado pela corrente atrativa. A repulsão, portanto, é apenas uma qualidade da corrente magnética irradiante do campo terrestre. Esta corrente é antagônica às forças, coisas e situações que, naturalmente, sejam hostis e perigosas ao nosso planeta.  é interessante que isso fique bem entendido, pois é assim que algumas religiões tentam  praticar a excomunhão
Isto assegura que nada que é hostil pode adentrar o nosso planeta. Assim, a corrente antagônica (a que repele) trabalha no sentido protetor para a corrente atrativa. Quando aquela (a repulsora) julga que alguma coisa é hostil e prejudicial, isso é, má, desarmoniosa, então é impossível que a corrente atrativa possa ou vá recebê-la. Portanto, as leis da simpatia e antipatia, são da maior importância para a manutenção da natureza. Elas podem, entretanto,degenerar . Se a degenerescência avançar além de certo limite, então a própria vida sobre a Terra poderá tornar-se impossível.

http://www.youtube.com/watch?v=ZbXLGe2r6v4
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CONTROLE SUBLIMINAR.


De modo geral não se tem ideia do que seja uma mensagem ou manipulação subliminar. Porém, com certeza todos já foram e podem estar sendo vítimas dela. Raramente se vê uma ou outra pessoa “falando disso por ai”. Quando alguém fala, isso é feito em uma universidade e de forma cuidadosa, muitas veses com a intenção de colher adeptos. Hoje em dia grande número de empresas, governos, religiões e firmas de propaganda e publicidade usam mensagens subliminares, por serem extremamente efetivas. O trunfo desses grupos consiste em, primeiro lugar, negar que utilizam técnicas de manipulação. Segundo, negar a própria ideia de serem tais mecanismos capazes de levar as pessoas a estados de consciência passíveis de controle. As técnicas subliminares são uma forma de indução hipnótica. Uma das técnicas usa sons subaudíveis para dissimular mensagens sonoras por entre a música, por trás da comunicação falada ou por meio de técnicas ainda mais sofisticadas. Grandes lojas ou redes de super mercados podem estar usando esses sons ou mensagens por trás da música de fundo. Podem usar também jingles, “mensagens publicitarias musicadas” (normalmente utilizados por políticos), próprias para ser lembrado e cantarolado com facilidade. Uma das intenções preconizadas para seu uso é a de prevenir roubos, porém, a intenção real é muito mais insidiosa do que essa, aparente. Comandos como obedeça - compre mais – gaste – durma - nós os estamos vigiando podem estar sendo repetidas inúmeras vezes, em volume baixíssimo. Como se vê, não é intenção da mensagem subliminar manipular o consciente, mas sim estimular sentimentos e sensações, tais como temor, euforia etc., induzidos pelos comandos. E, o mais grave, ela pode também produzir estados alterados de consciência.
Saiba mais no endereçohttp://www.mensagens-subliminares.kit.net/infintroducao.htm

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SEXO FRAGIL?

Vamos dar uma olhada na relação homem/mulher através da música.

Música: Gosto que me enrosco
 (1929)

Composição: Sinhô
Interpretação: Carlos Galhardo

 Não se deve amar sem ser amado,
É melhor morrer crucificado
  Deus nos livre 
  Das mulheres de hoje em dia,
  Desprezam o homem 
  Só por causa da orgia.

  Gosto que me enrosco
 De ouvir dizer,
 Que a parte mais fraca, é a mulher,
 Mas o homem, com toda fortaleza
 Desce da nobreza
 E faz o que ela quer.

 Dizem que a mulher é parte fraca
 Nisto é que eu não posso acreditar,
 Entre beijos,
 Abraços e carinhos...
 O homem não tendo 
 É bem capaz de roubar!

Gosto que me enrosco
 De ouvir dizer,
 Que a parte mais fraca, é a mulher,
 Mas o homem, com toda fortaleza
 Desce da nobreza
E faz o que ela quer.


 Música: Moça
Cantor: Vando
 1975






Música: Mulher (sexo frágil)
Cantor: Erasmo Carlos
1981
 
Dizem que a mulher é o sexo frágil
Mas que mentira absurda
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas
Vejam como é forte a que eu conheço
Sua sapiência não tem preço
Satisfaz meu ego se fingindo submissa
Mas no fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa à noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas pra quem deu luz não tem mais jeito
Porque um filho quer seu peito
O outro já reclama a sua mão
E o outro quer o amor que ela tiver
Quatro homens dependentes e carentes
Da força da mulher
Mulher, mulher
Do barro de que você foi gerada
Me veio inspiração
Pra decantar você nessa canção
Mulher, mulher
Na escola em que você foi ensinada
Jamais tirei um dez
Sou forte mas não chego aos seus pés

Antigamente a mulher usava saia comprida.
E nos ficávamos deslumbrados.
Depois usou minisaia.
E a gente ficava de "olhos vidrados".
Hoje usa calça comprida 
E a gente continua vidrado.
O que mudou?

Como no presente virou moda criar associações e fazer manifestações populares. Vou criar a liga dos homens desamparados pois diante delas sempre ficamos assim:



Acho que se elas tivessem descoberto isso no século passado, não estariam hoje no mercado de trabalho ganhando tão pouco.


Essa vai em especial para minha companheira.










Por que SAMIZDAT.

"Andando" pela internet vi o seguinte texto:

Por que Samizdat?
Inclusão e Exclusão

Nas relações humanas, sempre há uma dinâmica de inclusão e exclusão.

O grupo dominante, pela própria natureza restritiva do poder, costuma excluir ou ignorar tudo aquilo que não pertença a seu projeto, ou que esteja contra seus princípios.

Em regimes autoritários, esta exclusão é muito evidente, sob forma de perseguição, censura, exílio. Qualquer um que se interponha no caminho dos dirigentes é afastado e ostracizado.

As razões disto são muito simples de se compreender: o diferente, o dissidente é perigoso, pois apresenta alternativa, às vezes, muito melhores do que o estabelecido. Por isto, é necessário suprimir, esconder, banir.

A União Soviética não foi muito diferente de demais regimes autocráticos. Origina-se como uma forma de governo humanitária, igualitária, mas logo se converte em uma ditadura como qualquer outra. É a microfísica do poder.

Em reação, aqueles que se acreditavam como livres-pensadores, que não queriam, ou não conseguiram, fazer parte da máquina administrativa - que estipulava como deveria ser a cultura, a informação, a voz do povo -, encontraram na autopublicação clandestina um meio de expressão.

Datilografando, mimeografando, ou simplesmente manuscrevendo, tais autores russos disseminavam suas idéias. E ao leitor era incumbida a tarefa de continuar esta cadeia, reproduzindo tais obras e também as passando adiante. Este processo foi designado "samizdat", que nada mais significa do que "autopublicado", em oposição às publicações oficiais do regime soviético.

E por que Samizdat?

A indústria cultural - e o mercado literário faz parte dela - também realiza um processo de exclusão, baseado no que se julga não ter valor mercadológico. Inexplicavelmente, estabeleceu-se que contos, poemas, autores desconhecidos não podem ser comercializados, que não vale a pena investir neles, pois os gastos seriam maiores do que o lucro.
A indústria deseja o produto pronto e com consumidores. Não basta qualidade, não basta competência; se houver quem compre, mesmo o lixo possui prioridades na hora de ser absorvido pelo mercado.
E a autopublicação, como em qualquer regime excludente, torna-se a via para produtores culturais atingirem o público.

Este é um processo solitário e gradativo. O autor precisa conquistar leitor a leitor. Não há grandes aparatos midiáticos - como TV, revistas, jornais - onde ele possa divulgar seu trabalho. O único aspecto que conta é o prazer que a obra causa no leitor.
Enquanto que este é um trabalho difícil, por outro lado, concede ao criador uma liberdade e uma autonomia total: ele é dono de sua palavra, é o responsável pelo que diz, o culpado por seus erros, é quem recebe os louros por seus acertos.
E, com a internet, os autores possuem acesso direto e imediato a seus leitores. A repercussão do que escreve (quando há) surge em questão de minutos.
Ao serem obrigados a burlarem a indústria cultural, os autores conquistaram algo que jamais conseguiriam de outro modo, o contato quase pessoal com os leitores, o diálogo capaz de tornar a obra melhor, a rede de contatos que, se não é tão influente quanto a da grande mídia, faz do leitor um colaborador, um co-autor da obra que lê. Não há sucesso, não há grandes tiragens que substitua o prazer de ouvir o respaldo de leitores sinceros, que não estão atrás de grandes autores populares, que não perseguem ansiosos os 10 mais vendidos.

Os autores que compõem este projeto não fazem parte de nenhum movimento literário organizado, não são modernistas, pós-modernistas, vanguardistas ou qualquer outra definição que vise rotular e definir a orientação dum grupo. São apenas escritores interessados em trocar experiências e sofisticarem suas escritas. A qualidade deles não é uma orientação de estilo, mas sim a heterogeneidade.

Enfim, "Samizdat" porque a internet é um meio de autopublicação, mas "Samizdat" porque também é um modo de contornar um processo de exclusão e de atingir o objetivo fundamental da escrita: ser lido por alguém.
Endereço do texto: Revista Samizdat
Na realidade coloquei esse texto para agradecer aos autores do livro Tratado de saúde Holística de onde tirei grande parte de meus conhecimentos sobre terapias alternativas. Na página 452, do referido livro, em agradecimentos é dito o seguinte: "À querida companheira de caminhada terrestre, Elizabeth, minha metade hermafrodita, que me ensina a lidar com meu lado feminino, anima; aos amados filhos Fernanda e Felipe, que como flores, com formas, cores, traços e características singulares, vieram preencher o jardim de minha vida, com delicadeza, beleza, felicidade e significado. Criaturas muito ternas, que com carinho, tolerância e respeito suportaram as longas horas de minha ausência, e de recolhimento interior inspirativo e criativo, ao escrever esse livro..." É por escritas como essa que não perdemos a ESPERANÇA.


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